Voltar à página inicial
Flex Informativo

nº 49

Boletim Informativo da
Associação Brasileira da Indústria
de Embalagens Plásticas Flexíveis

Ano XIV – Novembro/Dezembro 2015

Veja aqui as 
edições anteriores
do Jornal Flex

IV Seminário Flex discute inovações em máquinas e materiais

IV Seminário Flex discute inovações em máquinas e materiais

Cerca de 70 empresários se reuniram no auditório da Casa do Plástico, sede da ABIEF, para uma manhã de palestras sobre inovações em máquinas e materiais para a indústria de embalagens plásticas flexíveis, no final de outubro. Já na abertura do evento, o Presidente da entidade, empresário Herman Moura, lembrou que em momentos de crise como o atual, a reciclagem e incorporação de conhecimento é essencial para manter as empresas competitivas. “Sei que no momento atual, deixar as empresas para participar de um evento, não é tarefa tão fácil, visto os desafios que temos que enfrentar diariamente. Mas eu garanto que vocês sairão daqui com informações que certamente contribuirão para o sucesso dos negócios.”


IV Seminário Flex discute inovações em máquinas e materiais

E o prognóstico do início da manhã se concretizou. A partir de um conteúdo relevante, do ponto de vista técnico e mercadológico, os participantes reconheceram a importância do evento para o seu aprimoramento profissional. As palestras ofereceram o que há de mais novo em máquinas para extrusão (Carnevalli), bio resinas (EcoVentures), masterbatches (Engeflex) e tintas para impressão (Flint Group) sempre tendo em vista agregar valor às embalagens flexíveis e, consequentemente, às empresas. Outro assunto tratado foi a adequação ao Bloco K e seus impactos nas empresas do setor (Brasil Salomão e Matthes Advocacia).

“Enfim, montamos um programa mais enxuto, mas extremamente denso e rico em informações. Este evento, como todos os demais promovidos pela ABIEF, busca o aprimoramento e a atualização contínua dos empresários de nosso setor de forma a contribuir para o crescimento sustentável das empresas”, resumiu Herman.

Confira a seguir as matérias específicas sobre cada palestra apresentada no IV Seminário Flex.

 

Palavra do Presidente    

Nunca a união foi tão necessária

Quando iniciei meu mandato como presidente da ABIEF, em abril deste ano, sabia que os desafios seriam muitos. Mas também sabia que cada conquista seria celebrada com muita vibração e na prática significaria contribuir para o crescimento sustentável de nossa indústria. Eu e meus companheiros de Diretoria não estávamos errados. Apesar de todas as adversidades enfrentadas em 2015, encerramos o ano com um balanço bastante positivo na ABIEF.

Entregamos, em junho, nosso grande evento, o Fórum Flex, que ao discutir o processo de inovação colaborativa abriu um caminho rico para os empresários entenderem como é possível e porque é tão importante desenvolver produtos e estratégias a partir desta nova ótica.

Durante este ano também mantivemos fortalecidas as reuniões mensais de Diretoria onde procuramos dedicar máxima atenção aos problemas específicos do setor e, de forma mais ampla, de nossa cadeia produtiva. Destas reuniões resultam idéias para novos projetos e ações que se ainda não foram entregues, certamente já estão sendo preparados pela equipe da ABIEF.

Trabalhamos ainda em frentes políticas, defendendo os interesses de nossa indústria. E sem dúvida um dos trabalhos que mais ganhou holofotes em 2015 foi o do Comitê de Sacolas Plásticas. Este grupo, sob o comando da ABIEF, permanece firme na defesa das sacolas e tem colecionado vitórias expressivas.

Para 2016 há um número ainda maior de propostas. Além de darmos continuidade aos eventos tradicionais, esperamos inserir novos no calendário de nossa Associação. Também procuraremos participar mais ativamente de eventos externos de forma a contribuir mais efetivamente com a união e fortalecimento de todos os elos da cadeia produtiva do plástico e mais especificamente das embalagens plásticas flexíveis.

Como disse em meu discurso de posse em abril “não tenho a pretensão de inventar a roda, mas quero dar continuidade a tudo o que há de bom na ABIEF e elaborar ações ainda mais valiosas”. E confirmo o que também falei no início do ano: “todas as conquistas futuras estão intrinsecamente relacionadas a uma necessidade urgente de fortalecer os relacionamentos, escutar os outros elos da cadeia e entregar-se à causa, construindo bases sólidas”.

Como dizia Mario Quintana “Somos todos anjos de uma asa só. Só poderemos voar se abraçados uns aos outro’’.

A todos um excelente 2016!


Herman Moura
Presidente (presidente@abief.org.br)

 

Breve retrospectiva

 

Masterbatches    

Novidades em sintonia com as necessidades do mercado

Novidades em sintonia com as necessidades do mercado

Na busca por economia no processo produtivo, um elemento vem ganhando destaque na indústria de embalagens plásticas flexíveis: o masterbatch. A partir de muito conhecimento e informação, os fabricantes de master buscam superar as dificuldades atuais pela redução dos custos e treinamento dos colaboradores sobre as novas tecnologias em máquinas e insumos. Um exemplo vem da Engeflex, especializada em masterbatches, aditivos, compostos e termoplásticos. A empresa tem se destacado por uma escolha pouco ortodoxa: o uso do carbonato de cálcio, como uma carga funcional do master, para aumentar a rigidez do polímero, proporcionar redução de espessura, garantir a aderência da impressão (melhor ancoragem da tinta), aumentar a resistência a tração e ao rasgo, regular o efeito deslizante, atuar como anti bloqueio natural, melhorar a soldabilidade e reduzir os custos. “Tivemos que vencer uma polêmica e um preconceito existente no mercado de que o carbonato pode prejudicar a qualidade do master. Isso só ocorre quando ele é usado como carga de enchimento; no caso da Engeflex, ele é trabalhado de forma a tornar-se uma carga funcional que garante propriedades específicas para o produto final”, pondera Valdir Ostorero, sócio diretor da empresa.

Para acabar de vez com a mística sobre o carbonato, a Engeflex criou a Operação Curiosidade, um canal de comunicação direto com o cliente que visa trocar o máximo de informações possíveis sobre as necessidades do cliente e o tipo de masterbatch a ser desenvolvido para o seu produto. “Em posse dessas informações, definimos as melhores matérias-primas para compor a formulação do masterbatch para o cliente, garantindo alta qualidade e otimizando a processabilidade.”

Ostorero garante que “o carbonato de cálcio, como carga funcional, melhora a produção e a qualidade do produto final, além de ter uma excelente relação custo benefício”. O percentual de uso do ingrediente na formulação varia entre 25% e 30% nos filmes em condições muito controladas, mas 20% é o percentual mais comumente usado.

 

Resinas    

O avanço – e a necessidade – das bio resinas

O avanço – e a necessidade – das bio resinas

Certamente há alguns anos, poucos imaginariam que o plástico poderia se degradar tão facilmente. Hoje, as bio resinas são uma realidade e ganharam mais um player no Brasil pelas mãos da EcoVentures Bioplastics. A empresa é a única licenciada para produzir localmente o masterbatch ProColor, a partir dos ingredientes orgânicos P-Life. O resultado é uma resina pró-degradante, à base de ácido graxo derivado do óleo do coco da Palmeira, argilas sódicas (terras raras) e lubrificantes.

Segundo Sidinei Teixeira Leite, diretor executivo de Operações América Latina da EcoVentures, estima-se que R$ 4,6 bilhões sejam anualmente desperdiçados no Brasil por não haver a reciclagem ou reaproveitamento de resíduos pós consumo. Somente na cidade de São Paulo, são produzidas 12 mil toneladas de lixo por dia, uma média de 2 kg de lixo sólido e orgânico produzido por pessoa/dia. Para piorar, cerca de 26% das capitais Brasileiras ainda têm lixões a céu aberto. Especificamente em relação à indústria de embalagens plásticas flexíveis, segundo o executivo, apenas 7% dos filmes plásticos são reciclados nas grandes cidades do país.

“A questão hoje não é fazer uma apologia ao descarte irracional, mas trabalhar na conscientização sobre o descarte correto além de incutir os conceitos de reduzir, repensar, reusar, recuperar e remover (via biodegradação)”, defende Leite. As bio resinas ofertadas pela empresa garantem justamente a última etapa. O seu principal ativo, o óleo de coco, é produzido na Malásia, processado no Japão e entra no Brasil via México; no Brasil produz-se o pelete com a incorporação do P-Life.

A tecnologia de produção baseia-se na quebra da molécula de polietileno ou de outra resina. Esta molécula é ativada por luz, umidade e oxigênio e, na seqüência, consumida por microorganismos (bactérias, fungos, bacilos, etc). O processo elimina qualquer possibilidade de contaminação do meio ambiente.

Recentemente a EcoVentures desenvolveu um projeto com os Correios. Trata-se de um saco plástico, bem mais leve que o convencional graças à redução da espessura do filme; ele também reduz a emissão de carbono. A embalagem será comercializada – em breve – pelo mesmo custo da tradicional, apesar das vantagens ambientais. “A empresa está esperando apenas passar esta turbulência econômica para colocar o novo saco no mercado”, justifica Leite.

 

Máquinas    

Tecnologias de extrusão ajudam a enfrentar a crise

Tecnologias de extrusão ajudam a enfrentar a crise

Diante da nova realidade econômica, a indústria de máquinas e equipamentos está trabalhando para oferecer tecnologias de extrusão calcadas em dois pilares: otimização da produção e redução de custos. Como explica Wilson Carnevalli Filho, diretor Comercial da Carnevalli, este é um caminho que vem sendo traçado há alguns anos no exterior “até por conta da crise que eles enfrentaram a partir de 2009. A estrutura de custos nas empresas está diferente; lidamos com um custo elevado de mão de obra e de energia elétrica e um baixo valor pago pelo metro quadrado de material acabado”.


Tecnologias de extrusão ajudam a enfrentar a crise

Segundo Carnevalli, os dois objetivos podem ser atingidos, num primeiro momento, com mudanças simples no layout dos equipamentos para otimizar o uso do espaço. “Estamos falando de novos desenhos de engenharia que pressupõem, por exemplo, a realocação de escadas. Hoje o mais importante é olhar para uma máquina e não buscar apenas o que buscávamos há 10 anos, ou seja, a produtividade. O ponto mais importante agora é quanto custará o quilo produzido no equipamento; a produtividade passa a ser super importante apenas quando aliada à redução de custo, pois não adianta produzir muito com um custo alto”, sintetiza o empresário.

Com isto em mente, a Carnevalli encabeçou um projeto de otimização de suas extrusoras que resultou no lançamento da linha Polaris Plus cuja proposta é utilizar o máximo rendimento da máquina. A adoção de motores de alto rendimento resultou na redução do consumo de energia elétrica e ganhos significativos. “Os novos motores têm acionamento por inversor de freqüência e, aliados à inovação na parte elétrica da máquina, garantem um rendimento 98% superior ao das máquinas convencionais.” Também foi desenvolvida uma rosca de extrusão com tamanho exato – 65 mm – que garante o seu melhor aproveitamento e o máximo rendimento do conjunto.

“Junto com essas mudanças, também desenvolvemos um processo produtivo com cabeçotes e matrizes de extrusão com alto fluxo de passagem, baixo coeficiente de atrito e baixa pressão; a área de passagem maior aumenta a produtividade”, explica Carnevalli. E completa: “todos os cabeçotes foram reprojetados nas extrusoras mono e multicamadas e ganharam novos tratamentos de superfície. Também houve mudanças nas resinas, com a adoção do metaloceno, por exemplo”. Tecnologias de extrusão ajudam a enfrentar a crise Com a mudança em todo o conjunto foi preciso ainda aumentar o resfriamento do balão e garantir uma distribuição melhor e mais uniforme do ar.

Os resultados de todas estas mudanças apareceram na prática. Nas coextrusoras, por exemplo, houve um ganho de produção de até 20% em filmes com 1,5 a 3 metros de largura. Em alguns casos específicos, este ganho chegou a 50%. A redução do consumo de energia ficou na casa dos 60%, dependendo da operação. “Se pudesse sintetizar o futuro das extrusoras, eu diria que veremos uma automação cada vez maior das máquinas e a adoção de itens simples que facilitem a sua operação. O importante é seguir a tendência mundial: reduzir o custo do quilo produzido”, sintetiza o empresário. E exemplifica: “onde antes tínhamos 3 a 4 máquinas, hoje teremos duas com produtividade igual ou superior e com um consumo de energia entre 40% e 50% menor. E as novas tecnologias eletro eletrônicas terão um papel fundamental neste desafio”.

 

Tintas    

Um insumo que pode garantir competitividade

Um insumo que pode garantir competitividade

Com a maior planta para fabricação de tintas de impressão da América Latina, o Flint Group também se orgulha de ocupar a liderança global – ou no máximo a segunda posição – em diversos segmentos. A empresa só não compete no mercado de tintas para impressão digital; pelo menos não, ainda. E a receita para tanto sucesso reside na qualidade dos insumos produzidos e na estratégia calcada no crescimento orgânico e na política de aquisições.

Do ponto de vista de produto, a base é o desenvolvimento de tintas que tenham valor percebido pelos clientes direto e final. “Nossos produtos têm que garantir elevada resistência ao atrito, resistência a álcalis e solidez à luz, e devem atender às listas específicas de exclusão, especialmente para contato com alimentos”, esclarece Alexandre Neves, gerente de Vendas de Embalagem.

Entre as principais tendências, o especialista cita as tintas termocrômicas irreversíveis (tinta especial que muda de cor devido à exposição a diferentes temperaturas). “Em todos os desenvolvimentos, a idéia é incutir na operação do fabricante de embalagem o conceito de dinheiro por unidade. Para isso, recomendamos e o ajudamos a fazer uma medição precisa de quanto custa a tinta no processo. Só assim é possível tomar decisões acertadas sobre a otimização da produção e definir metas.”

Outra forma de trabalhar a redução de custo e criar um diferencial competitivo é via criatividade. Neste quesito, Neves cita possíveis alterações de estrutura, tendo como objetivo o aumento da velocidade de produção. “Também há excelentes oportunidades na redução de perdas e nos tempos de set up, na otimização das fórmulas, melhoria dos sistemas de qualidade e, claro, na automação do processo. A meta é sempre fazer mais com a menor quantidade possível de recursos”, sintetiza.

 

Bloco K no Sped Fiscal    

Entenda o que é e para que serve

Um insumo que pode garantir competitividade

Embora ainda possa causar certa estranheza para algumas empresas, o Bloco K não é novidade. A novidade, segundo Juliane Sciarreta Fantinatti, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, é que antes os registros de controle de produção e de estoque eram feitos no papel e a partir de 2016 serão eletrônicos. “Estes registros passam para o ambiente digital, dentro do Sistema Sped que é o sistema público de escrituração digital. Empresas que faturaram em 2014 mais de R$ 300 milhões, deverão entregar as informações até 25 de fevereiro de 2016. As que faturaram até R$ 78 milhões em 2015 terão o prazo prorrogado para Janeiro de 2017. E a partir de Janeiro de 2018, a entrega é obrigatória para os demais estabelecimentos industriais e atacadistas.”

O estoque a ser informado é o que está com a empresa, o que está em poder de terceiros e o de terceiros que está na empresa. “Este controle mais abrangente elimina qualquer possibilidade de fornecimento de informações divergentes”, alerta a advogada. Qualquer informação incorreta acarretará em uma multa de 1% do valor das operações e caso as informações não sejam apresentadas, também será aplicada uma multa de 1% sobre o valor correspondente ao que não foi apresentado.

Com isto, o Fisco passa a ter acesso ilimitado à movimentação completa da empresa, além de conhecer a fundo o processo produtivo de cada indústria, podendo, inclusive, cruzar informações de toda a cadeia. Pelo lado do contribuinte, ficam o risco em relação à segurança das informações e o custo para implementar e adequar-se ao novo sistema eletrônico. Entre os principais desafios, Juliane cita ainda o compliance digital preventivo (analisar como são os controles hoje e o que precisa desenvolver e aperfeiçoar), a integração entre os vários departamentos e a necessidade de reavaliação dos controles e sistemas.

“Mas sem dúvida está é uma oportunidade para aprimorar a gestão de estoques ao aprimorar os controles. Será possível, por exemplo, identificar erros no processo de compra, reduzindo custos e ineficiências, além de melhorar o controle das perdas e quebras na produção e do sistema de gestão como um todo”, finaliza a advogada.

 

Jurídico    

Depois do Sped, o rastreamento de mercadorias

Por Rodrigo More, consultor jurídico da ABIEF (rodrigo@more.com.br)

Todos conhecem o sistema de pagamento automático de pedágios, estacionamentos e até combustíveis, como o “Sem Parar”. Também são conhecidos os sistemas de segurança das lojas que soam um alarme ao se passar com uma mercadoria entre dois portais na saída. Tanto os veículos quanto as roupas, brinquedos e outros produtos contêm, na verdade, um chip que opera um sistema RFID (identificação por rádio freqüência) que carrega informações completas sobre o produto: origem, lote, características, peso, dimensões dentre outros.

Além de dados sobre o produto e controle de cadeias, o chip permite gravar, em cada produto, dados sobre sua nota fiscal, tornando-se um poderoso e eficaz modelo de rastreamento de mercadorias pelo Fisco. Este, parece, será um dos próximos passos da fiscalização sobre os contribuintes.

O Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun, de Campinas, desenvolveu, com as Secretarias de Fazenda dos Estados representados pelo ENCAT (Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais), o Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias denominado “Brasil-ID”. Uma vez implantado, todos os produtos poderão ser rastreados, inclusive pela internet.

O interesse do Fisco é pela agilidade e precisão do processo de fiscalização. Como tudo no Brasil em temas fiscais e tributários, o tempo para implantação do Brasil-ID dependerá da adaptação da legislação e regulamentos, pois a tecnologia já está disponível. As empresas precisarão de tempo para adaptar-se à novidade; tempo para implantar a tecnologia via equipamentos e treinar o pessoal e os clientes finais.

Algumas empresas estão se adiantando ao processo de rastreamento de mercadorias por RFID por conta dos ganhos logísticos. Outras utilizam o RFID para rastrear embalagens e resíduos, adequando-se à logística reversa imposta pela Política Nacional de Resíduos Sólidos.

A lição que fica é que devemos ficar atentos às novas tecnologias que podem alavancar ganhos nas fábricas e, como associação e associados, podem ajudar nos debates técnicos com o Fisco sobre o uso destas tecnologias para fins de fiscalização.

* Contribuíram com este artigo Caio Fernando Fontana – Professor da área de logística e transporte da Universidade Federal de São Paulo e Cledson Akio Sakurai – Professor da área de tecnologia aplicada na cadeia produtiva da Universidade Federal de São Paulo.

 

Eventos    

ABIEF na Fispal Nordeste

Entre os dias 03 e 06 de novembro, a ABIEF participou, com um estande institucional e próprio, da Fispal Tecnologia Nordeste, realizada no Centro de Convenções de Pernambuco, em Recife, com vitrines exclusivas das empresas: Camada/Embalo, de Aparecida de Goiânia (GO); Lord, de Sorocaba (SP), SR Embalagens, de Barretos (SP) e Sulprint, de Santa Cruz do Sul (RS).

A feira, que reuniu mais de 30 mil visitantes, se caracterizou pela visitação diversificada e qualificada e pelo caráter inovador nas tecnologias, produtos e serviços apresentados para o público. As principais novidades foram vistas nas áreas de máquinas e equipamentos, embalagens e produtos e serviços para a produção industrial.

Segundo depoimento dos participantes, a Fispal Nordeste foi muito positiva: “Além do estande da ABIEF estar bem localizado e ser um ponto de referência na feira, ele foi palco para fazermos contatos e abrirmos novas portas para negócios”.

 

ABIEF na Fispal Nordeste

 

Bem-vindos à ABIEF   

A ABIEF dá as boas-vindas aos seus novos associados:

 

Novos associados

 

EXPEDIENTE: ABIEF FLEX, publicação bimestral da ABIEF – Associação Brasileira das Indústrias de Embalagens Plásticas Flexíveis – Av. Brig. Faria Lima, 2.081 – 3º and. – cj. 32 – 01452-908– São Paulo – SP – Tel.: (11) 3032-4092 – Fax: (11) 3032-2021 E-mail: abief@abief.org.br. Site: www.abief.org.br. Edição e Redação: LDB Comunicação Empresarial. Tel.: (11) 4412-0813. E-mail: ldbcom@uol.com.br. Editora Responsável: Liliam Benzi – Mtb 19.352. Projeto Gráfico e Editoração: Saulo Pacheco – Formato Design Tel.: (11) 3061-2231. E-mail: formato.sp@terra.com.br.

 

 

ABIEF – Av. Paulista, 2.439, 8º andar – CEP 01311-936 – São Paulo – SP – Tel: (11) 3032-4092 – Fax (11) 3032-2021 – abief@abief.org.br

® Copyright ABIEF – Todos os direitos reservados. A reprodução integral ou parcial é permitida desde que citada a fonte.            Webdesign: Formato Design